...Departamento dos Ministérios da Criança da Divisão Sul-Americana
   
 
   

  • A Missão dos Ministérios da Criança na
    Divisão Sul Americana é ajudar cada criança adventista
    a desenvolver uma amizade redentora e permanente com Cristo,
    preparando-as para o Serviço e um compromisso com
    a Igreja até o retorno de Jesus.
   
 

 

 

Mensagem

“Castelos no ar”
Mirta Samojluk

Há países em que ainda podemos encontrar lindas estruturas de castelos. São fascinantes, mas, nem sempre estiveram ali. Em algum momento, fizeram parte apenas da imaginação de alguém... Não passavam de “castelos no ar”! Essa frase é usada geralmente em contextos negativos, mas é dessa forma que se começam os grandes projetos e desenhos – eles vêm de simples sonhos.

Já ouvi várias coisas sobre sonhos. O pastor da minha igreja pregou sobre a conhecida frase de Martin Luther King, “Eu tenho um sonho”. Um devocional que li falava sobre o “sonhador” José; mas o que mais mexeu com o meu coração é o que quero compartilhar agora.

No Dia da Criança os jornais de TV fizeram entrevistas com diversas crianças sobre temas variados e as notícias estavam pintadas de colorido e inocência. Sempre gosto de ver a espontaneidade e a doçura das crianças.

Em um dos blocos da programação de um jornal, foi apresentada a imagem de uma escola, na hora do recreio e na hora da aula, enquanto perguntavam às crianças: “Qual é o seu sonho?”

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Prestei atenção para ouvir as pitorescas e criativas respostas que até me fizeram rir... Lembrei dos meus próprios sonhos infantis...

Ao chegar o microfone a um dos entrevistados, sua resposta me fez olhar para o desenho que tinha nas mãos... O menino disse: “Meu sonho é balançar...”. Houve uma pausa e a seguir as câmeras mostraram essa criança em uma cadeira de rodas. Seus colegas ficaram em silêncio, mas por pouco tempo. O grupo de crianças começou a sonhar e a levar adiante um projeto. Era um projeto para que seu amigo pudesse balançar. Assim são as crianças.

Com as mãos repletas de boa vontade, cada um começou a desenhar em uma folha de papel para que fosse escolhida a melhor idéia, ou um pouco de cada idéia para montar “um balanço confortável” para seu colega. Depois de alguns minutos, as câmeras mostraram os desenhos. Nenhum foi descartado. Todos estavam cheios de amor, originalidade e convicção... porque assim são as crianças.

Foi convidado um engenheiro para que analisasse os desenhos e lhe desse “forma e vida”. É verdade, um adulto foi necessário. É sempre necessário quando falamos de grandes empreendimentos infantis.

Então as câmeras me levaram a uma das imagens mais bonitas que minha mente já presenciou... Quanta alegria!

Ali, num canto, foi pendurada uma caixa de metal em que um dos seus lados era a porta, permitindo assim que aquele pequenino pudesse entrar com sua cadeira de rodas. Já dentro da caixa, colocado em “seu castelo”, como em qualquer outro balanço, ele necessitava ser balançado. E ali estavam seus colegas para empurrar e dar vida ao seu lindo sonho. No final, a imagem se congelou com o sorriso de todos.

Quantas coisas podemos extrair de uma experiência tão simples. Não vou enumerá-las. É nosso privilégio meditar nelas e nos lembrar sempre de que quando há “castelos no ar” na mente dos nossos pequenos, Deus espera que haja um adulto de coração sonhador, que os leve à realidade... e sejam realmente felizes.

 

A AUTO-ESTIMA E O VIDRO ?
QUÃO FACILMENTE ELES SE QUEBRAM

Evelin Gehbauer


Ajude seu filho a desenvolver uma auto-estima saudável

A auto-estima é tão crucial para uma pessoa como o eixo o é para o bom desempenho da maquinaria. Com muita freqüência a baixa auto-estima é a raiz de uma má comuni-cação, de brigas entre irmãos, incompatibilidades na ado-lescência e sentimentos de desânimo. A visão que uma cri-ança tem de si mesma pode exercer um efeito positivo ou negativo em sua vida e relacionamentos. A dádiva de maior valor que os pais podem dar a seus filhos é o amor, a afei-ção e sentimentos saudáveis de auto-estima.

Com quem um adolescente irá se relacionar se vê a si mesmo como um perdedor e fracassado? Os estudos mostram que aqueles que se consideram "ganhadores" se associam entre si e o mesmo ocorre com os que se conside-ram perdedores. Cada decisão e escolha feita por uma pes-soa é determinada pela auto-estima. As pessoas se associ-am, vivem e tratam umas com as outras de acordo com a visão que possuem de si mesmas. A auto-estima determina também que profissão e cônjuge que a criança escolherá no futuro. Simplesmente ela influencia cada decisão feita.

 

O que é auto-estima?

Não é aquilo que se vê, mas aquilo que se pensa daquilo que se vê.

Noventa por cento dos sentimentos de auto-estima de uma pessoa está em sua mente. Todos conhecem pessoas inte-ligentes que se queixam: "Sou um idiota. Não consigo fazer isso". Algumas vezes pessoas bonitas reclamam de sua aparência feia. Embora não tenham fracassado, não sejam idiotas ou feios, possuem esse sentimento interior.

Uma vez que esses sentimentos impregnam o ser da pes-soa é muito difícil removê-los.

Como surgem esses sentimentos em nós?

• Uma pessoa desenvolve a auto-estima positiva ou negativa por suas experiências.

• A forma como a mãe e o pai interagem com o filho desde o início de sua existência determinará em grande medida a aprovação que a criança faz de si mesma.

• As primeiras experiências na infância influenciam aquilo que a criança pensa de si mesma ? um fra-casso ou um sucesso.

• Uma boa auto-estima pode ser criada pelas realiza-ções.

• Pode-se ganhar mais ou menos auto-estima. A pro-dutividade, a realização e a criatividade elevam os sentimentos da auto-estima.

• Os pais podem reforçar esses sentimentos ao dizer: "Você fez isso muito bem".

Os sentimentos de uma boa ou baixa auto-estima também têm origem na experiência de amor no lar.

O amor dos pais deve permear o coração do filho e ser compreendido como afeição e amor.

Embora os pais possam dizer: "Eu o amo" centenas de ve-zes e realmente pensarem assim, se essa mensagem não atinge a criança, ela é sem valor. A criança deve sentir e experimentar seu valor.

A auto-estima positiva se desenvolve pelo sentimen-to de pertencer. Toda criança tem um forte desejo de per-tencer e de ser necessária.

Toda criança necessita de uma família que se importe com ela. As crianças são muito sensíveis quanto a seu status na família e muitas vezes testam seus pais para terem a certe-za de que são desejadas.

O julgamento do valor humano na sociedade influencia a auto-estima. A sociedade não considera a todos como tendo valor; tampouco aceita a todos.

• O louvor e a admiração são dirigidos a uma minoria escolhida cujos membros são abençoados desde o nascimento com as características especiais mais valorizadas pela sociedade, ou seja, beleza e inteli-gência.

• Se a pessoa é bonita então ela tem valor. É por isso que deve permanecer jovem e pagar qualquer preço para manter-se bela. Se pessoa não é bonita, a inte-ligência pode salvá-la de ser um proscrito.

• Na verdade, a maioria das crianças em nosso país é formada de estudantes medianos. Cerca de 22% de todas as crianças têm QI de 70-90. Elas são chama-das de "estudantes de raciocínio lento".

• Infelizmente uma criança assim nunca passará para outra categoria. No entanto essas crianças não de-vem ser desencorajadas, menosprezadas ou desva-lorizadas; antes, devem ser elogiadas por aquilo que podem fazer.

Os sentimentos negativos quanto à auto-estima são difíceis de eliminar. Uma criança que constantemente ouve críticas e resmungos muitas vezes se sente rejeitada. Nunca diga algo como: "Você não tem olhos em sua cabeça, até mesmo um bebê pode ver isso! Você não tem um cére-bro em sua cabeça?" As palavras podem atingir as crianças como um soco. Seja cuidadoso, não empregue palavras ferinas.

Além da crítica proferida por palavras, a crítica não-verbal é dolorosa para a criança. A criança sabe quan-do o pai ou a mãe está impaciente e indiferente. Tire tempo para ouvir as crianças com atenção e disposição. Isso lhes dá um senso de valor e as faz sentirem-se importantes.

Pais dominantes e ditatoriais diminuem as chances de a criança ter uma boa auto-estima. Nos lares onde cada ação da criança é ditada, ela começa a questionar sua ca-pacidade de fazer qualquer coisa por si mesma. Ela começa a se sentir ineficiente e tem grandes dificuldades para tomar decisões.

Cuidado e proteção excessiva tornam as crianças incapazes de lidar com os desapontamentos da vida. Os pais não podem proteger os filhos de todos os desaponta-mentos da vida. As crianças necessitam experimentar a vida "real" e aprender a como lidar com os desapontamentos que a vida oferece.

Os sentimentos de rejeição ocorrem quando os pais demonstram falta de interesse pelos filhos. Alguns pais estão muito ocupados ou são muito egoístas para pas-sar tempo com seus filhos. Eles estão interessados em suas próprias realizações e têm em mente apenas sua carreira. É triste dizer, mas algumas crianças que eram desejadas e amadas também se sentem rejeitadas. Nesses casos o a-mor dos país não chegou ao coração dos filhos.

Se um filho está exposto aos estilos de paterni-dade acima, a baixo auto-estima é inevitável e isso in-fluenciará tudo o que a criança fizer.

Há técnicas para edificar uma auto-estima positi-va nas crianças.

• Cada criança deve ser reconhecida por sua capaci-dade ou especialidade, algo que ela faz melhor que as outras.

• Por exemplo, elogie uma criança que toca melhor do que as outras.

• Mencione quando uma criança demonstra capacida-des atléticas especiais.

• Aplauda a criança que gosta de ler.

• As crianças necessitam de reconhecimento. Até os oito anos, toda crianças deveria sentir que possui uma qualidade especial.

• Mostre amor incondicional!

• Toda criança deve sentir-se amada e aceita, mesmo que tenha feito algo errado. Deixe a criança saber que ela não é má, antes o seu comportamento não é bom.

• Transforme as ordens em mensagens de amor. Por exemplo, se o quarto da criança se assemelha a um campo de batalha, tente ver algo bom que a criança fez. Diga: "Você arrumou muito bem a sua cama. Agora quero ver se você é capaz de arrumar o resto do quarto tão bem quanto a sua cama".

• Atente para o que a criança está fazendo bem. Não aja como um policial tentando apanhar um motorista que ultrapassou o limite de velocidade. As crianças devem ser elogiadas e recompensadas por fazer al-go bem feito.

• Expresse a irritação de forma responsável!

• Expresse a irritação e a indignação pelo mau com-portamento da criança na forma de uma mensagem. Por exemplo: "Estou muito assustado, magoado, de-sapontado ... porque você poderia ter posto fogo na casa ou machucado o bebê ... nunca mais faça isso novamente".

• Os ataques pessoais afetam a criança. Chacoalhar, gritar e censurar afetam a criança e é uma resposta egoísta. Embora alivie a tensão dos pais, não pode desfazer o erro da criança e essa atitude apenas fere os sentimentos dela.

• Profira diariamente palavras de reconhecimento a seu filho.

• Muitos pais dão mais atenção ao mau comportamen-to do que ao bom comportamento. Algumas crianças se comportam mal a fim de receberem a atenção que estão suplicando. Uma forma eficaz de lidar com es-se problema é encontrar algo digno de louvor em seu filho, a cada dia. Por exemplo, "Hoje você se com-portou muito bem à mesa!" "Você se vestiu muito bem hoje!" Tais comentário enfatizam o bom compor-tamento. As crianças necessitam toneladas de afir-mação.

• As horas das refeições devem ser descontraídas e informais. Use o horário do jantar como um período para edificar o valor próprio de seu filho. Torne o jan-tar uma hora feliz.

• Passe tempo com cada um de seus filhos ? um por um. Os pais são muito ocupados, mas requer apenas alguns minutos para proferir palavras de apreço a seu filho. Dar uma breve caminhada como o papai, após as refeições, produz uma criança feliz e conten-te. Uma história na hora de dormir é importante para as crianças. Quando o tempo é passado com os fi-lhos, os pais transmitem valores.

• Anime os filhos a serem independentes. Os pais fre-qüentemente dizem: "Posso fazer isso mais rápido. Deixe-me fazer isso". Porém, o desenvolvimento da criança está sendo prejudicado por essa atitude. A mensagem que ela recebe é: "Você é muito lento. Não pode fazer isso". A criança chega à seguinte conclusão: "Sou um idiota".

• É triste que os pais repitam esses erros freqüente-mente, embora esperem que os filhos aprendam a resolver seus próprios problemas. Se eles necessita-rem de ajuda, deixe que peçam, mas primeiro permi-ta-lhes tentar resolver os problemas por si mesmos.

• Respeite a opinião da criança. Peça freqüentemente a opinião de seu filho. Ouça-o com respeito. Os pais não necessitam atender a todos os desejos do filho, mas ao ouvi-lo podem demonstram que sua opinião tem valor.

Os filhos necessitam ser tocados. Todas as pes-soas necessitam de um toque.

• Durante os primeiros dois anos de vida, as crianças devem ser alimentadas, trocadas e vestidas.

• A mãe e a crianças gostam desse toque íntimo. Con-tudo, com o passar do tempo esse toque vai diminu-indo, mesmo quando a criança ainda implora por es-se contato físico. Expresse afeição, ponha a mão em suas costas, dêem as mãos, abrace-o. A afeição e os abraços previnem que os juvenis tenham relações pré-conjugais?

• Eles anseiam pelo contato da pele e se essa neces-sidade não é suprida na família, eles buscarão em outra parte a satisfação para seus desejos.

• Hoje em dias as crianças se sentam diante da televi-são por horas. Com muita freqüência pouco tempo é gasto na leitura.

• Foram-se os dias em que os filhos passavam uma tarde sentados no colo dos pais ouvindo uma história favorita. Tire tempo para ler para seus filhos.

Os filhos são "pedras preciosas" que Deus nos confiou nesta terra. Certamente eles devem ser polidos, mas seu "valor" procede de Cristo.

Nossa responsabilidade, como pais, é ajudá-los a serem felizes, competentes e corajosos, como também, ajudá-los a desenvolver uma personalidade semelhante à de Cristo.

Devido à sua boa auto-estima, Evelin casou-se com um ministro. Ela gosta de ajudar como fisioterapeuta no programa de saúde de sua igreja, em Villach, a cidade mais bonita da Áustria. Ela e seu marido possuem dois filhos, com 7 e 10 anos. A Evelin gosta de dirigir o coro de sinos, tocar piano e violoncelo, e cuidar do jardim e de ler.

Tente isso...

DÁDIVAS INESTIMÁVEIS


A Dádiva da Oração –
Deixe que seus amigos e entes queridos saibam que você ora por eles –assegure-se de realmente orar!

A Dádiva da Afeição –
Seja generosa nos abraços, beijos, no tapinha nas costas e no dar as mãos. Permita que essas pequenas ações demonstrem seu amor pelos membros da família e pelos amigos.

A Dádiva de um Favor –
A cada dia, desvie-se de seu caminho para praticar um ato de bondade para com alguém.

A Dádiva do Riso –
Partilhe artigos, histórias engraçadas e charges para dizer: “Gosto de rir com você”.

A Dádiva da Disposição Cordial –
A maneira mais facial de sentir-se bem é estender uma palavra amável a alguém, ainda que seja apenas um “olá” ou “obrigada”.

A Dádiva do Elogio –
Dizer de forma simples e sincera “Você fica muito bem nesta roupa”, “Seu trabalho foi ótimo” ou “Que almoço delicioso!” pode alegrar o dia de alguém.

A Dádiva do Ouvir –
Não interrompa, não manifeste enfado, não planeje as respostas, apenas ouça.

Box da História

URSO

Bonnie Walker

Urso era um cachorro marrom peludo a quem a Cristina amava de todo o coração. Ele não se importava de que ela não enxergasse bem, e de que algumas vezes não conseguia foca-lizar com uma das vistas. Menos ainda se importava de que ela usasse aparelho ortodôntico porque seus dentes não eram alinhados.

As crianças da vila alemã onde ela morava algumas vezes faziam chacotas a seu respeito e lhe colocavam apelidos. Embora fosse uma criança muito bonita, ela se sentia feia. Algumas vezes enterrava o rosto no pelo grosso do Urso e chorava. Então ele também gania baixinho.

A mamãe e o papai não estavam muito felizes com o Urso. Ele agia por instinto e muitas vezes amedrontava as pessoas. Quem quer que chegasse para visitar a mamãe quando o Urso estava na sacada da frente da casa era recebido com rosnados!

O pai da Cristina era um alfaiate muito bem conceituado e trabalhava no último andar da casa. Algumas vezes quando os clientes vinham para encomendar um terno, o Urso os amedrontava tanto que eles disparavam para o carro sem tocarem a campainha.

Certo dia o papai lhe disse:

-- Cristina, você deve manter o Urso fora do caminho. Ele está prejudicando o meu trabalho.

Quando o papai disse “Cristina” naquele tom de voz, ela sabia que estava falando sério.

-- Sim, papai – ela respondeu, “eu vou cuidar dele”.

Em uma tarde quente de verão a Ana, Brigite e o André chamaram a Cristina para ir nadar no rio Mosel, que ficava perto da casa deles.

-- Tenha cuidado – a mamãe aconselhou. – O rio é perigoso.

-- Está bem, mamãe –respondeu, correndo atrás dos amigos. O Urso seguiu devagar atrás deles.

O nível do rio estava acima do normal, mas ignorando o perigo, logo as quatro crian-ças brincavam na sua margem. A água estava fria e convidativa.

-- André, veja como eu sei nadar – a Cristina gritou enquanto mergulhava. Mas então ela sentiu uma estranha sensação. Estava sendo levada pela correnteza. No início ela pen-sou que conseguiria nadar até a margem, mas não conseguiu.

-- Socorro! Socorro!” – ela gritou.

Se eu apenas conseguir chegar no ancoradouro, talvez consiga agarrar-me a uma das estacas a Cristina pensou. Subitamente, o Urso deu um salto da rampa e mergulhou na direção dela.

Felizmente a corrente a estava levando na direção da rampa, mas ela estava muito cansada. Enquanto isso o Urso nadava o mais rápido que podia para alcançá-la. A Cristina agarrou-se a ele e ficou assim por muito tempo até conseguir tomar fôlego, então juntos luta-ram para chegar até uma estaca.

A Brigite correu para chamar o pai da Cristina, enquanto o André e a Ana corriam pela beira do rio até alcançá-la. Pouco depois que a Cristina agarrou a estaca eles chegaram.

-- Segure as minhas pernas – o André gritou para a Ana. – Eu vou conseguir alcançá-la. – Ele esticou-se até alcançar o pulso da Cristina e tirou-a da água. Neste instante uma forte correnteza carregou o Urso.

-- Nade, Urso! Nade! -- A Cristina chorava e gritava enquanto ele desaparecia.

Naquela noite, descansando em sua cama, ela contou para o papai e para a mamãe como o Urso havia tentado bravamente ajudá-la. Pobre Urso! Esteve disposto a dar a sua vida pela Cristina. O papai disse-lhe que o Urso se parecia um pouco com Jesus, que deu a Sua vida por todas as pessoas do mundo.

Tarde da noite, o papai saiu para averiguar se a porta do porão estava fechada e se o rio não iria transbordar. Subitamente ele ouviu alguns ganidos. Era o Urso! Ele estava vivo! De alguma forma conseguiu voltar para casa após haver lutado por sua vida nas águas tur-bulentas.

Hoje as pessoas já não mais nadam no rio Mosel porque ele está poluído. Mas mui-tas vezes a Cristina caminha ao longo de suas margens com seu marido, Marcos, e seu filhi-nho, e se lembra do dia em que o Urso salvou-lhe a vida.

MOMENTOS DA FAMÍLIA

À noite, no momento do culto da família:

* Faça uma cruz pequena e fixe-a em um montículo de terra. Quando todos chegarem para o culto, desligue as luzes e acenda uma lanterna atrás da cruz de modo a proje-tá-la na parede, fazendo-a parecer grande. Fale do dia em que Jesus morreu.
* Você gostaria de convidar alguém para ir assistir a um programa na igreja a fim de que conheça mais a respeito de Jesus e de seu amor?

Sugestões

Culto Familiar

Coisas Doces

Como são doces as Tuas Palavras! São mais doces do que o mel. Sal. 119:103

Sônia passou por trás do irmão enquanto ele media a farinha com uma precisão irritante. Era só deixar com o Túlio, e ele tinha que verificar se a quantidade exata de cada ingrediente era colocada. Ela o olhava com impaciência, apoiando-se num pé, depois no outro.

- Termine logo com isso! -murmurou ela. -Os biscoitos não vão explodir se você colocar alguns grãos de aveia a mais.

Túlio não levantou sequer a sobrancelha na direção dela; continuou medindo a aveia, retirando um pouco mais do copo.

- É impossível apressar a perfeição -disse ele, cheio de si. Sônia revirou os olhos:

- São apenas biscoitos, Túlio.
O pai entreabriu a porta da cozinha e sentiu o odor agradável:

- Como estão indo? -perguntou.

- Pai, você nunca viu biscoitos como esses, e talvez nunca che- gue a vê-los se o Túlio não andar mais rápido.

-Ta-rá!! -Túlio estalou a língua em sinal de triunfo. -Acabei!

Sônia olhou por cima dos ombros do irmão, enquanto ele tirava um pouco da mistura pegajosa com uma colher e a colocava em pequenos montinhos numa forma. Logo estariam prontos, e os dois ir- mãos poderiam colocá-los nos pacotinhos que haviam decorado com versos bíblicos. Eles pretendiam dar esses pacotinhos naquela tarde, quando visitassem os doentes, com a Banda Raio de Sol.

Como você acha que as pessoas se sentiram quando Sônia e Túlio entregaram os biscoitos?

Faça uma forma de biscoitos com a receita abaixo, e compartilhe-os com alguém. Coloque-os em pacotinhos que você pode decorar com versos bíblicos.

Pense nisso...

PERGUNTARAM PARA EINSTEIN???

Para muitos, o ensino e a aprendizagem de algumas disciplinas continuam sendo um martírio. Como é isso para o senhor?

Não estou convencido de que estes tormentos se desprendam da ausência de talentos dos estudantes. Inclino-me, muito mais, a admitir em tais casos a culpa e responsabilidade dos mestres. Muitos desses professores gastam enorme tempo formulando questões para descobrir o que o aluno não sabe, enquanto a verdadeira arte de questionar deve ter o propósito de descobrir o que o aluno SABE ou é capaz de SABER.

DE EINSTEIN, COMO PROFESSOR, ASSIM FALAVAM SEUS ALUNOS:

“Depois de cada lição tínhamos q impressãode que nós próprios a poderíamos ter dado. Eram extremamente interessantes suas aulas. Com a maior camaradagem entre ele, professor, e nós, alunos.”

(Entrevista completa na REVISTA EDUCAÇÃO – Junho 2000, pág. 32)

Liderança

10 Leis do Bom Funcionamento do Trabalho em Conjunto

1) Acredite em você mesmo o suficiente para fazer perguntas e buscar soluções.
2) Respeite os outros, com suas opiniões e pontos de vista diferentes.
3) Tenha o sincero desejo de doar, sem exigir ou esperar algo em troca.
4) Seja confiante o suficiente para dizer "obrigado", "eu posso estar errado" e "desculpe-me" sempre que houver necessidade.
5) Seja amigável, acessível e demonstre interesse pelos outros.
6) Esteja disposto a fazer esforços para manter o contato com outros líderes e professores do Ministério da Criança e do Adolescente e do Adolescente.
7) Aproveite ao máximo as oportunidades quando estas surgirem.
8) Não sinta-se culpado quando tiver de dizer "não".
9) Conheça os seus alvos no Ministério e trabalhe para alcançá-los.
10) Mantenha contato com pessoas que podem ajudar com idéias, apoio, etc.


   
   
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