Prestei
atenção para ouvir as pitorescas e criativas respostas que
até me fizeram rir... Lembrei dos meus próprios sonhos infantis...
Ao chegar o microfone a um dos entrevistados, sua
resposta me fez olhar para o desenho que tinha nas mãos... O menino
disse: “Meu sonho é balançar...”. Houve uma
pausa e a seguir as câmeras mostraram essa criança em uma
cadeira de rodas. Seus colegas ficaram em silêncio, mas por pouco
tempo. O grupo de crianças começou a sonhar e a levar adiante
um projeto. Era um projeto para que seu amigo pudesse balançar.
Assim são as crianças.
Com as mãos repletas de boa vontade, cada um
começou a desenhar em uma folha de papel para que fosse escolhida
a melhor idéia, ou um pouco de cada idéia para montar “um
balanço confortável” para seu colega. Depois de alguns
minutos, as câmeras mostraram os desenhos. Nenhum foi descartado.
Todos estavam cheios de amor, originalidade e convicção...
porque assim são as crianças.
Foi convidado um engenheiro para que analisasse os
desenhos e lhe desse “forma e vida”. É verdade, um
adulto foi necessário. É sempre necessário quando
falamos de grandes empreendimentos infantis.
Então as câmeras me levaram a uma das
imagens mais bonitas que minha mente já presenciou... Quanta alegria!
Ali, num canto, foi pendurada uma caixa de metal em
que um dos seus lados era a porta, permitindo assim que aquele pequenino
pudesse entrar com sua cadeira de rodas. Já dentro da caixa, colocado
em “seu castelo”, como em qualquer outro balanço, ele
necessitava ser balançado. E ali estavam seus colegas para empurrar
e dar vida ao seu lindo sonho. No final, a imagem se congelou com o sorriso
de todos.
Quantas coisas podemos extrair de uma experiência
tão simples. Não vou enumerá-las. É nosso
privilégio meditar nelas e nos lembrar sempre de que quando há
“castelos no ar” na mente dos nossos pequenos, Deus espera
que haja um adulto de coração sonhador, que os leve à
realidade... e sejam realmente felizes.
A AUTO-ESTIMA E O VIDRO ?
QUÃO FACILMENTE ELES SE QUEBRAM
Evelin Gehbauer
Ajude seu filho a desenvolver uma auto-estima saudável
A auto-estima é tão crucial para uma
pessoa como o eixo o é para o bom desempenho da maquinaria. Com
muita freqüência a baixa auto-estima é a raiz de uma
má comuni-cação, de brigas entre irmãos, incompatibilidades
na ado-lescência e sentimentos de desânimo. A visão
que uma cri-ança tem de si mesma pode exercer um efeito positivo
ou negativo em sua vida e relacionamentos. A dádiva de maior valor
que os pais podem dar a seus filhos é o amor, a afei-ção
e sentimentos saudáveis de auto-estima.
Com quem um adolescente irá se relacionar
se vê a si mesmo como um perdedor e fracassado? Os estudos mostram
que aqueles que se consideram "ganhadores" se associam entre
si e o mesmo ocorre com os que se conside-ram perdedores. Cada decisão
e escolha feita por uma pes-soa é determinada pela auto-estima.
As pessoas se associ-am, vivem e tratam umas com as outras de acordo com
a visão que possuem de si mesmas. A auto-estima determina também
que profissão e cônjuge que a criança escolherá
no futuro. Simplesmente ela influencia cada decisão feita.
O que é auto-estima?
Não é aquilo que se vê, mas aquilo
que se pensa daquilo que se vê.
Noventa por cento dos sentimentos de auto-estima de
uma pessoa está em sua mente. Todos conhecem pessoas inte-ligentes
que se queixam: "Sou um idiota. Não consigo fazer isso".
Algumas vezes pessoas bonitas reclamam de sua aparência feia. Embora
não tenham fracassado, não sejam idiotas ou feios, possuem
esse sentimento interior.
Uma vez que esses sentimentos impregnam o ser da
pes-soa é muito difícil removê-los.
Como surgem esses sentimentos em nós?
• Uma pessoa desenvolve a auto-estima positiva
ou negativa por suas experiências.
• A forma como a mãe e o pai interagem
com o filho desde o início de sua existência determinará
em grande medida a aprovação que a criança faz de
si mesma.
• As primeiras experiências na infância
influenciam aquilo que a criança pensa de si mesma ? um fra-casso
ou um sucesso.
• Uma boa auto-estima pode ser criada pelas
realiza-ções.
• Pode-se ganhar mais ou menos auto-estima.
A pro-dutividade, a realização e a criatividade elevam os
sentimentos da auto-estima.
• Os pais podem reforçar esses sentimentos
ao dizer: "Você fez isso muito bem".
Os sentimentos de uma boa ou baixa auto-estima também
têm origem na experiência de amor no lar.
O amor dos pais deve permear o coração
do filho e ser compreendido como afeição e amor.
Embora os pais possam dizer: "Eu o amo"
centenas de ve-zes e realmente pensarem assim, se essa mensagem não
atinge a criança, ela é sem valor. A criança deve
sentir e experimentar seu valor.
A auto-estima positiva se desenvolve pelo sentimen-to
de pertencer. Toda criança tem um forte desejo de per-tencer e
de ser necessária.
Toda criança necessita de uma família
que se importe com ela. As crianças são muito sensíveis
quanto a seu status na família e muitas vezes testam seus pais
para terem a certe-za de que são desejadas.
O julgamento do valor humano na sociedade influencia
a auto-estima. A sociedade não considera a todos como tendo valor;
tampouco aceita a todos.
• O louvor e a admiração são
dirigidos a uma minoria escolhida cujos membros são abençoados
desde o nascimento com as características especiais mais valorizadas
pela sociedade, ou seja, beleza e inteli-gência.
• Se a pessoa é bonita então ela
tem valor. É por isso que deve permanecer jovem e pagar qualquer
preço para manter-se bela. Se pessoa não é bonita,
a inte-ligência pode salvá-la de ser um proscrito.
• Na verdade, a maioria das crianças
em nosso país é formada de estudantes medianos. Cerca de
22% de todas as crianças têm QI de 70-90. Elas são
chama-das de "estudantes de raciocínio lento".
• Infelizmente uma criança assim nunca
passará para outra categoria. No entanto essas crianças
não de-vem ser desencorajadas, menosprezadas ou desva-lorizadas;
antes, devem ser elogiadas por aquilo que podem fazer.
Os sentimentos negativos quanto à auto-estima
são difíceis de eliminar. Uma criança que constantemente
ouve críticas e resmungos muitas vezes se sente rejeitada. Nunca
diga algo como: "Você não tem olhos em sua cabeça,
até mesmo um bebê pode ver isso! Você não tem
um cére-bro em sua cabeça?" As palavras podem atingir
as crianças como um soco. Seja cuidadoso, não empregue palavras
ferinas.
Além da crítica proferida por palavras,
a crítica não-verbal é dolorosa para a criança.
A criança sabe quan-do o pai ou a mãe está impaciente
e indiferente. Tire tempo para ouvir as crianças com atenção
e disposição. Isso lhes dá um senso de valor e as
faz sentirem-se importantes.
Pais dominantes e ditatoriais diminuem as chances
de a criança ter uma boa auto-estima. Nos lares onde cada ação
da criança é ditada, ela começa a questionar sua
ca-pacidade de fazer qualquer coisa por si mesma. Ela começa a
se sentir ineficiente e tem grandes dificuldades para tomar decisões.
Cuidado e proteção excessiva tornam
as crianças incapazes de lidar com os desapontamentos da vida.
Os pais não podem proteger os filhos de todos os desaponta-mentos
da vida. As crianças necessitam experimentar a vida "real"
e aprender a como lidar com os desapontamentos que a vida oferece.
Os sentimentos de rejeição ocorrem
quando os pais demonstram falta de interesse pelos filhos. Alguns pais
estão muito ocupados ou são muito egoístas para pas-sar
tempo com seus filhos. Eles estão interessados em suas próprias
realizações e têm em mente apenas sua carreira. É
triste dizer, mas algumas crianças que eram desejadas e amadas
também se sentem rejeitadas. Nesses casos o a-mor dos país
não chegou ao coração dos filhos.
Se um filho está exposto aos estilos de paterni-dade
acima, a baixo auto-estima é inevitável e isso in-fluenciará
tudo o que a criança fizer.
Há técnicas para edificar uma auto-estima
positi-va nas crianças.
• Cada criança deve ser reconhecida por
sua capaci-dade ou especialidade, algo que ela faz melhor que as outras.
• Por exemplo, elogie uma criança que
toca melhor do que as outras.
• Mencione quando uma criança demonstra
capacida-des atléticas especiais.
• Aplauda a criança que gosta de ler.
• As crianças necessitam de reconhecimento.
Até os oito anos, toda crianças deveria sentir que possui
uma qualidade especial.
• Mostre amor incondicional!
• Toda criança deve sentir-se amada e
aceita, mesmo que tenha feito algo errado. Deixe a criança saber
que ela não é má, antes o seu comportamento não
é bom.
• Transforme as ordens em mensagens de amor.
Por exemplo, se o quarto da criança se assemelha a um campo de
batalha, tente ver algo bom que a criança fez. Diga: "Você
arrumou muito bem a sua cama. Agora quero ver se você é capaz
de arrumar o resto do quarto tão bem quanto a sua cama".
• Atente para o que a criança está
fazendo bem. Não aja como um policial tentando apanhar um motorista
que ultrapassou o limite de velocidade. As crianças devem ser elogiadas
e recompensadas por fazer al-go bem feito.
• Expresse a irritação de forma
responsável!
• Expresse a irritação e a indignação
pelo mau com-portamento da criança na forma de uma mensagem. Por
exemplo: "Estou muito assustado, magoado, de-sapontado ... porque
você poderia ter posto fogo na casa ou machucado o bebê ...
nunca mais faça isso novamente".
• Os ataques pessoais afetam a criança.
Chacoalhar, gritar e censurar afetam a criança e é uma resposta
egoísta. Embora alivie a tensão dos pais, não pode
desfazer o erro da criança e essa atitude apenas fere os sentimentos
dela.
• Profira diariamente palavras de reconhecimento
a seu filho.
• Muitos pais dão mais atenção
ao mau comportamen-to do que ao bom comportamento. Algumas crianças
se comportam mal a fim de receberem a atenção que estão
suplicando. Uma forma eficaz de lidar com es-se problema é encontrar
algo digno de louvor em seu filho, a cada dia. Por exemplo, "Hoje
você se com-portou muito bem à mesa!" "Você
se vestiu muito bem hoje!" Tais comentário enfatizam o bom
compor-tamento. As crianças necessitam toneladas de afir-mação.
• As horas das refeições devem
ser descontraídas e informais. Use o horário do jantar como
um período para edificar o valor próprio de seu filho. Torne
o jan-tar uma hora feliz.
• Passe tempo com cada um de seus filhos ? um
por um. Os pais são muito ocupados, mas requer apenas alguns minutos
para proferir palavras de apreço a seu filho. Dar uma breve caminhada
como o papai, após as refeições, produz uma criança
feliz e conten-te. Uma história na hora de dormir é importante
para as crianças. Quando o tempo é passado com os fi-lhos,
os pais transmitem valores.
• Anime os filhos a serem independentes. Os
pais fre-qüentemente dizem: "Posso fazer isso mais rápido.
Deixe-me fazer isso". Porém, o desenvolvimento da criança
está sendo prejudicado por essa atitude. A mensagem que ela recebe
é: "Você é muito lento. Não pode fazer
isso". A criança chega à seguinte conclusão:
"Sou um idiota".
• É triste que os pais repitam esses
erros freqüente-mente, embora esperem que os filhos aprendam a resolver
seus próprios problemas. Se eles necessita-rem de ajuda, deixe
que peçam, mas primeiro permi-ta-lhes tentar resolver os problemas
por si mesmos.
• Respeite a opinião da criança.
Peça freqüentemente a opinião de seu filho. Ouça-o
com respeito. Os pais não necessitam atender a todos os desejos
do filho, mas ao ouvi-lo podem demonstram que sua opinião tem valor.
Os filhos necessitam ser tocados. Todas as pes-soas
necessitam de um toque.
• Durante os primeiros dois anos de vida, as
crianças devem ser alimentadas, trocadas e vestidas.
• A mãe e a crianças gostam desse
toque íntimo. Con-tudo, com o passar do tempo esse toque vai diminu-indo,
mesmo quando a criança ainda implora por es-se contato físico.
Expresse afeição, ponha a mão em suas costas, dêem
as mãos, abrace-o. A afeição e os abraços
previnem que os juvenis tenham relações pré-conjugais?
• Eles anseiam pelo contato da pele e se essa
neces-sidade não é suprida na família, eles buscarão
em outra parte a satisfação para seus desejos.
• Hoje em dias as crianças se sentam
diante da televi-são por horas. Com muita freqüência
pouco tempo é gasto na leitura.
• Foram-se os dias em que os filhos passavam
uma tarde sentados no colo dos pais ouvindo uma história favorita.
Tire tempo para ler para seus filhos.
Os filhos são "pedras preciosas"
que Deus nos confiou nesta terra. Certamente eles devem ser polidos, mas
seu "valor" procede de Cristo.
Nossa responsabilidade, como pais, é ajudá-los
a serem felizes, competentes e corajosos, como também, ajudá-los
a desenvolver uma personalidade semelhante à de Cristo.
Devido à sua boa auto-estima, Evelin
casou-se com um ministro. Ela gosta de ajudar como fisioterapeuta no programa
de saúde de sua igreja, em Villach, a cidade mais bonita da Áustria.
Ela e seu marido possuem dois filhos, com 7 e 10 anos. A Evelin gosta
de dirigir o coro de sinos, tocar piano e violoncelo, e cuidar do jardim
e de ler.
Tente isso...
DÁDIVAS INESTIMÁVEIS
A Dádiva da Oração –
Deixe que seus amigos e entes queridos saibam que você ora por eles
–assegure-se de realmente orar!
A Dádiva da Afeição –
Seja generosa nos abraços, beijos, no tapinha nas costas e no dar
as mãos. Permita que essas pequenas ações demonstrem
seu amor pelos membros da família e pelos amigos.
A Dádiva de um Favor –
A cada dia, desvie-se de seu caminho para praticar um ato de bondade para
com alguém.
A Dádiva do Riso –
Partilhe artigos, histórias engraçadas e charges para dizer:
“Gosto de rir com você”.
A Dádiva da Disposição Cordial
–
A maneira mais facial de sentir-se bem é estender uma palavra amável
a alguém, ainda que seja apenas um “olá” ou
“obrigada”.
A Dádiva do Elogio –
Dizer de forma simples e sincera “Você fica muito bem nesta
roupa”, “Seu trabalho foi ótimo” ou “Que
almoço delicioso!” pode alegrar o dia de alguém.
A Dádiva do Ouvir –
Não interrompa, não manifeste enfado, não planeje
as respostas, apenas ouça.
Box da História
URSO
Bonnie Walker
Urso era um cachorro marrom peludo a quem a Cristina
amava de todo o coração. Ele não se importava de
que ela não enxergasse bem, e de que algumas vezes não conseguia
foca-lizar com uma das vistas. Menos ainda se importava de que ela usasse
aparelho ortodôntico porque seus dentes não eram alinhados.
As crianças da vila alemã onde ela
morava algumas vezes faziam chacotas a seu respeito e lhe colocavam apelidos.
Embora fosse uma criança muito bonita, ela se sentia feia. Algumas
vezes enterrava o rosto no pelo grosso do Urso e chorava. Então
ele também gania baixinho.
A mamãe e o papai não estavam muito
felizes com o Urso. Ele agia por instinto e muitas vezes amedrontava as
pessoas. Quem quer que chegasse para visitar a mamãe quando o Urso
estava na sacada da frente da casa era recebido com rosnados!
O pai da Cristina era um alfaiate muito bem conceituado
e trabalhava no último andar da casa. Algumas vezes quando os clientes
vinham para encomendar um terno, o Urso os amedrontava tanto que eles
disparavam para o carro sem tocarem a campainha.
Certo dia o papai lhe disse:
-- Cristina, você deve manter o Urso fora do
caminho. Ele está prejudicando o meu trabalho.
Quando o papai disse “Cristina” naquele
tom de voz, ela sabia que estava falando sério.
-- Sim, papai – ela respondeu, “eu vou
cuidar dele”.
Em uma tarde quente de verão a Ana, Brigite
e o André chamaram a Cristina para ir nadar no rio Mosel, que ficava
perto da casa deles.
-- Tenha cuidado – a mamãe aconselhou.
– O rio é perigoso.
-- Está bem, mamãe –respondeu,
correndo atrás dos amigos. O Urso seguiu devagar atrás deles.
O nível do rio estava acima do normal, mas
ignorando o perigo, logo as quatro crian-ças brincavam na sua margem.
A água estava fria e convidativa.
-- André, veja como eu sei nadar – a
Cristina gritou enquanto mergulhava. Mas então ela sentiu uma estranha
sensação. Estava sendo levada pela correnteza. No início
ela pen-sou que conseguiria nadar até a margem, mas não
conseguiu.
-- Socorro! Socorro!” – ela gritou.
Se eu apenas conseguir chegar no ancoradouro, talvez
consiga agarrar-me a uma das estacas a Cristina pensou. Subitamente, o
Urso deu um salto da rampa e mergulhou na direção dela.
Felizmente a corrente a estava levando na direção
da rampa, mas ela estava muito cansada. Enquanto isso o Urso nadava o
mais rápido que podia para alcançá-la. A Cristina
agarrou-se a ele e ficou assim por muito tempo até conseguir tomar
fôlego, então juntos luta-ram para chegar até uma
estaca.
A Brigite correu para chamar o pai da Cristina, enquanto
o André e a Ana corriam pela beira do rio até alcançá-la.
Pouco depois que a Cristina agarrou a estaca eles chegaram.
-- Segure as minhas pernas – o André
gritou para a Ana. – Eu vou conseguir alcançá-la.
– Ele esticou-se até alcançar o pulso da Cristina
e tirou-a da água. Neste instante uma forte correnteza carregou
o Urso.
-- Nade, Urso! Nade! -- A Cristina chorava e gritava
enquanto ele desaparecia.
Naquela noite, descansando em sua cama, ela contou
para o papai e para a mamãe como o Urso havia tentado bravamente
ajudá-la. Pobre Urso! Esteve disposto a dar a sua vida pela Cristina.
O papai disse-lhe que o Urso se parecia um pouco com Jesus, que deu a
Sua vida por todas as pessoas do mundo.
Tarde da noite, o papai saiu para averiguar se a
porta do porão estava fechada e se o rio não iria transbordar.
Subitamente ele ouviu alguns ganidos. Era o Urso! Ele estava vivo! De
alguma forma conseguiu voltar para casa após haver lutado por sua
vida nas águas tur-bulentas.
Hoje as pessoas já não mais nadam no
rio Mosel porque ele está poluído. Mas mui-tas vezes a Cristina
caminha ao longo de suas margens com seu marido, Marcos, e seu filhi-nho,
e se lembra do dia em que o Urso salvou-lhe a vida.
MOMENTOS DA FAMÍLIA
À noite, no momento do culto da família:
* Faça uma cruz pequena e fixe-a em um
montículo de terra. Quando todos chegarem para o culto, desligue
as luzes e acenda uma lanterna atrás da cruz de modo a proje-tá-la
na parede, fazendo-a parecer grande. Fale do dia em que Jesus morreu.
* Você gostaria de convidar alguém para ir assistir a um
programa na igreja a fim de que conheça mais a respeito de Jesus
e de seu amor?
Sugestões
Culto Familiar
Coisas Doces
Como são doces as Tuas Palavras! São
mais doces do que o mel. Sal. 119:103
Sônia passou por trás do irmão
enquanto ele media a farinha com uma precisão irritante. Era só
deixar com o Túlio, e ele tinha que verificar se a quantidade exata
de cada ingrediente era colocada. Ela o olhava com impaciência,
apoiando-se num pé, depois no outro.
- Termine logo com isso! -murmurou ela. -Os biscoitos
não vão explodir se você colocar alguns grãos
de aveia a mais.
Túlio não levantou sequer a sobrancelha
na direção dela; continuou medindo a aveia, retirando um
pouco mais do copo.
- É impossível apressar a perfeição
-disse ele, cheio de si. Sônia revirou os olhos:
- São apenas biscoitos, Túlio.
O pai entreabriu a porta da cozinha e sentiu o odor agradável:
- Como estão indo? -perguntou.
- Pai, você nunca viu biscoitos como esses,
e talvez nunca che- gue a vê-los se o Túlio não andar
mais rápido.
-Ta-rá!! -Túlio estalou a língua
em sinal de triunfo. -Acabei!
Sônia olhou por cima dos ombros do irmão,
enquanto ele tirava um pouco da mistura pegajosa com uma colher e a colocava
em pequenos montinhos numa forma. Logo estariam prontos, e os dois ir-
mãos poderiam colocá-los nos pacotinhos que haviam decorado
com versos bíblicos. Eles pretendiam dar esses pacotinhos naquela
tarde, quando visitassem os doentes, com a Banda Raio de Sol.
Como você acha que as pessoas se sentiram quando
Sônia e Túlio entregaram os biscoitos?
Faça uma forma de biscoitos com a receita abaixo,
e compartilhe-os com alguém. Coloque-os em pacotinhos que você
pode decorar com versos bíblicos.
Pense nisso...
PERGUNTARAM PARA EINSTEIN???
Para muitos, o ensino e a aprendizagem de algumas
disciplinas continuam sendo um martírio. Como é isso para
o senhor?
Não estou convencido de que estes tormentos
se desprendam da ausência de talentos dos estudantes. Inclino-me,
muito mais, a admitir em tais casos a culpa e responsabilidade dos mestres.
Muitos desses professores gastam enorme tempo formulando questões
para descobrir o que o aluno não sabe, enquanto a verdadeira arte
de questionar deve ter o propósito de descobrir o que o aluno SABE
ou é capaz de SABER.
DE EINSTEIN, COMO PROFESSOR, ASSIM FALAVAM SEUS ALUNOS:
“Depois de cada lição tínhamos
q impressãode que nós próprios a poderíamos
ter dado. Eram extremamente interessantes suas aulas. Com a maior camaradagem
entre ele, professor, e nós, alunos.”
(Entrevista completa na REVISTA EDUCAÇÃO
– Junho 2000, pág. 32)
Liderança
10 Leis do Bom Funcionamento do Trabalho em
Conjunto
1) Acredite em você mesmo o suficiente
para fazer perguntas e buscar soluções.
2) Respeite os outros, com suas opiniões e pontos de vista diferentes.
3) Tenha o sincero desejo de doar, sem exigir ou esperar algo em troca.
4) Seja confiante o suficiente para dizer "obrigado", "eu
posso estar errado" e "desculpe-me" sempre que houver necessidade.
5) Seja amigável, acessível e demonstre interesse pelos
outros.
6) Esteja disposto a fazer esforços para manter o contato com outros
líderes e professores do Ministério da Criança e
do Adolescente e do Adolescente.
7) Aproveite ao máximo as oportunidades quando estas surgirem.
8) Não sinta-se culpado quando tiver de dizer "não".
9) Conheça os seus alvos no Ministério e trabalhe para alcançá-los.
10) Mantenha contato com pessoas que podem ajudar com idéias, apoio,
etc.
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